Em entrevista ao blog do Bastos, o deputado Arnaldo Vianna (PDT) repudiou qualquer possibilidade de apoiar uma incerta candidatura de Anthony Garotinho (PR) ao governo do Estado, como chegou a noticiar a Folha da Manhã na edição desta segunda-feira.
Quem pousa de arauto desta aberração que faria Leonel Brizola se revirar no túmulo, é o deputado Geraldo Pudim (PMDB). O que não faz um mandato de deputado federal: até Pudim consegue ser levado a sério.
Na verdade, o PDT está cada dia mais próximo de apoiar a candidatura de Sérgio Cabral (PMDB), que já foi ungido homem de Lula na sucessão estadual.
Lupi é ministro do governo Lula e está louco para permanecer nesta cadeira, onde se sente mais feliz do que pinto no lixo. Por sinal, o próprio Lupi confidenciou isso a um amigo, no Rio de Janeiro. Mas em política todo mundo conversa, mesmo que em algumas situações isso represente um ônus.
Garotinho é uma figura incômoda ao PDT. Já tentou retornar à legenda de onde saiu expulso depois de golpear Leonel Brizola. Teve as portas fechadas e só lhe restou o PR, que também está na base de apoio ao presidente e não deseja tê-lo candidato ao governo estadual. Prefere sua candidatura à Câmara, como puxador de legenda no Estado.
Este blog já afirmou em várias ocasiões contrariando alguns analistas de plantão: Garotinho, a cada dia, está mais para candidato a Câmara Federal do que outra coisa.
Em todo este caldeirão de especulação, vale repetir a declaração de Vianna ao blog do Bastos, para estabelecer um divisor entre o que a banda do ex-governador fala e o que os pedetistas de fato almejam: "Apoiar Garotinho seria como cuspir no túmulo de minha mãe".
A declaração forte tem suas razões: recentemente, num de seus surtos verborrágicos, Garotinho insinou que Arnaldo usou a conta em nome da mãe para depositar dinheiro no exterior. Acusou dona Amélia Vianna, professora conceituada em Campos, responsável pela formação dediferentes gerações, uma semana depois de ser seupultada.
Foi mais um golpe abaixo da linha de cintura.
Clique no link abaixo e leia entrevista de Arnaldo Vianna ao blog do Bastos
http://www.fmanha.com.br/blogs/bastos/
Quem pousa de arauto desta aberração que faria Leonel Brizola se revirar no túmulo, é o deputado Geraldo Pudim (PMDB). O que não faz um mandato de deputado federal: até Pudim consegue ser levado a sério.
Na verdade, o PDT está cada dia mais próximo de apoiar a candidatura de Sérgio Cabral (PMDB), que já foi ungido homem de Lula na sucessão estadual.
Lupi é ministro do governo Lula e está louco para permanecer nesta cadeira, onde se sente mais feliz do que pinto no lixo. Por sinal, o próprio Lupi confidenciou isso a um amigo, no Rio de Janeiro. Mas em política todo mundo conversa, mesmo que em algumas situações isso represente um ônus.
Garotinho é uma figura incômoda ao PDT. Já tentou retornar à legenda de onde saiu expulso depois de golpear Leonel Brizola. Teve as portas fechadas e só lhe restou o PR, que também está na base de apoio ao presidente e não deseja tê-lo candidato ao governo estadual. Prefere sua candidatura à Câmara, como puxador de legenda no Estado.
Este blog já afirmou em várias ocasiões contrariando alguns analistas de plantão: Garotinho, a cada dia, está mais para candidato a Câmara Federal do que outra coisa.
Em todo este caldeirão de especulação, vale repetir a declaração de Vianna ao blog do Bastos, para estabelecer um divisor entre o que a banda do ex-governador fala e o que os pedetistas de fato almejam: "Apoiar Garotinho seria como cuspir no túmulo de minha mãe".
A declaração forte tem suas razões: recentemente, num de seus surtos verborrágicos, Garotinho insinou que Arnaldo usou a conta em nome da mãe para depositar dinheiro no exterior. Acusou dona Amélia Vianna, professora conceituada em Campos, responsável pela formação dediferentes gerações, uma semana depois de ser seupultada.
Foi mais um golpe abaixo da linha de cintura.
Clique no link abaixo e leia entrevista de Arnaldo Vianna ao blog do Bastos
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